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4 Julho chegou com novidades no 40 quilates!

 Após um período de muitas provas e preocupações acadêmicas, resolvi trazer ao 40 quilates muitas novidades e coisas bacanas para se compartilhar! A primeira é que na nossa fanpage, semanalmente, vocês poderão votar no filme que acharem mais interessante  pra postar aqui no blog. Isso ajudará saber o qual gênero de filme vocês mais gostam, porque como pode-se ver nesses últimos meses, eu adoro postar sobre comédias românticas e musicais (bem como sobre a linda/eterna/diva Audrey né?).
 A segunda é que farei tutoriais de moda sobre determinados filmes (só porque é legal saber como algumas coisinhas são feitas, tipo inspirações, maquiagem e roupas no cinema).
A terceira e última novidade do nosso blog é que esse mês faço aniversário (26 de julho!) farei algo bastante novo para mim: vou presentear um de vocês no dia em que comemoro meu nascimento com um box rubi de dvds da Audrey Hepburn! São três filmes: Bonequinha de Luxo, A Princesa e o Plebeu e Sabrina. Para participar vocês deverão curtir a página do 40 quilates no facebook e compartilhar a foto do presente que está na página!  Ah e lembrando que o sorteio será realizado no dia 26 de julho e será divulgado por aqui, ok?!

Boa sorte pra vocês!



Coleção Rubi da Paramount será sorteado no dia 26 de julho!







4 Saiba Mais Sobre: Audrey Hepburn

Atriz, modelo e humanista , a menina nascida em  Bruxelas em 1929 é ícone de elegância e simplicidade que sobrevivem até os dias de hoje. Hepburn torna-se uma das maiores estrelas do cinema americano de um modo bastante interessante. Nos anos 60, em meio a tantas atrizes loiras, cheias de curvas e seios fartos (uma espécie de sonho americano para os homens da época, ex: Marilyn Monroe) surge Audrey, uma magrela, morena, e que tinha pés demasiadamente grandes para o restante do seu corpo. Como ela conseguiria sobreviver no mundo do cinema de Hollywood? Simples, bastava olhar para o seu rosto, que era quase auto-explicativo.




em Como Roubar Um Milhão de Dólares



em Funny Face (Cinderela em Paris)


Audrey nunca precisou expressar-se com exageros para atuar. Rios de lágrimas para demonstrar tristeza, sorriso enorme para demonstrar alegria... não! Tudo ela fazia com um olhar, que traduzia ali todos aqueles sentimentos,  um simples olhar que colocava o público em suas mãos. Acompanhem sua filmografia:

Filmografia

  • 1948 - Dutch in Seven Lessons (documentário)
  • 1951 - Nous Irons à Monte Carlo
  • 1951 - Laughter in Paradise
  • 1951 - One Wild Oat
  • 1951 - O Mistério da Torre (The Lavender Hill Mob)(1951)
  • 1951 - Young Wives' Tale
  • 1952 - The Secret People
  • 1952 - Monte Carlo Baby
  • 1954 - Sabrina
  • 1956 - Guerra e Paz
  • 1957 - Cinderela em Paris
  • 1957 - Amor na Tarde
  • 1959 - A Flor Que Não Morreu
  • 1959 - Uma Cruz À Beira do Abismo
  • 1960 - O Passado Não Perdoa
  • 1961 - Breakfast at Tiffany's (Bonequinha de Luxo no Brasil, Boneca de Luxo em Portugal)
  • 1961 - Infâmia
  • 1964 - Quando Paris Alucina
  • 1964 - Minha Bela Dama
  • 1966 - Como Roubar Um Milhão de Dólares
  • 1967 - Um Caminho Para Dois
  • 1967 - Um Clarão Nas Trevas
  • 1976 - Robin e Marian
  • 1979 - A Herdeira
  • 1981 - Muito Riso e Muita Alegria                                        
  • 1989 - Além da Eternidade                




Além da carreira admirável que Audrey construiu, seu papel principal foi como embaixatriz da UNICEF,  onde dedicou os cinco últimos anos de sua vida a viagens e missões em diversos países. Dizem que essas viagens teriam influenciado bastante no seu conhecimento de línguas (Audrey falava fluentemente francês, inglês, italiano, neerlandês e espanhol).  


Em missão na Etiópia

Audrey e crianças em Bangladesh



                                            ✴✴ ✴✴✴✴✴✴✴✴✴✴✴✴✴✴✴
tubinho preto usado em Bonequinha de Luxo, clássico de Hubert de Givenchy


Em 1953, Hubert de Givenchy conheceu a sua musa inspiradora, Audrey Hepburn, e passou a criar modelos para seus filmes, como Sabrina (1954) e Cinderela em Paris (1957). Mas a roupa mais inesquecível da atriz norte-americana é a do filme Bonequinha de luxo, de Blake Edwards (1961), com um vestido preto longo, piteira e colar de pérolas. Essa peça também imortalizou o conceito de “pretinho básico” - vestido preto de estrutura minimalista e curinga para qualquer ocasião - criado por Coco Chanel nos anos 20.


detalhe costas do tubinho de Bonequinha de Luxo

em como Roubar Um Milhão de Dólares, usando Givenchy
em Charada, usando mais uma vez Givenchy
     




Marilyn Monroe que me perdoe, mas quem precisa de curvas com a elegância e estilo que Hepburn tem? 

em Bonequinha de Luxo
 "O pretinho básico foi imortalizado por Audrey Hepburn na década de 1960 por causa do guarda-roupa deslumbrante criado pelo estilista Hubert de Givenchy para o filme Bonequinha de Luxo. Mas o modelo passou por vários momentos marcantes na história da moda. No século XIX, virou mania graças à rainha Vitória, que investiu na peça até o fim dos seus dias. O hábito se espalhou pela Inglaterra e Estados Unidos e a cor preta acabou se transformando em sinônimo de austeridade."
"Nova York ainda estava mergulhada no silêncio das primeiras horas de um dia de outono. Em pleno coração da ilha de Manhattan, na esquina da Rua 57 com a Quinta Avenida, um táxi encosta na calçada deserta e dele salta uma mulher delgada e finamente trajada. Vinha de luvas e longo pretos, sapatos de couro de jacaré, pérolas sobre o colo estreito, uma tiara de brilhantes a coroar-lhe o coque no alto da cabeça e óculos escuros para que o sol que começara a tocar o topo dos prédios não incomodasse sua vista acostumada com a madrugada. Parou e olhou fixamente a vitrine daquele endereço: uma coleção de diamantes Tiffany estava exposta ali.
Com uma destreza e segurança que só as muito bem treinadas damas da realeza possuem, a bela figura tira da sacola que trazia no braço um pãozinho e sorve alguns goles do café do copo de isopor que levava à mão. A cena não dura mais que alguns minutinhos, mas nenhuma mulher, depois de assisti-la no filme Bonequinha de Luxo (Breakfast at Tiffany’s), teve dúvidas de que Audrey Hepburn poderia representar o ideal da feminilidade."
(Texto extraído de Audrey Hepburn: A bela do século, por Pilar Magnavita.)







Livros sobre Audrey
  •  Audrey Hepburn – Ed. Taschen

Este livro é daquela famosa série da Taschen, a Movie Icons. É uma mistura de filmografia com alguns fatos interessantes da vida dela, e recheado de fotos. Só tenho esse da série, mas um dia vou fazer uma coleção da série (pretendo ter também da Marilyn Monroe, Gene Kelly, Wood Allen, Katherine Hepburn, Cary Grant... gente, fica a dica aí, meu aniversário está chegando, haha!!!)
  • Audrey Hepburn in Breakfast at Tiffany’s and Other Photographs, de Howell Conant – Ed. Schirmer/ Mosel

Tem várias sessões de fotos de Audrey, inclusive no set de Bonequinha de Luxo, e são todas maravilhosas! 
  • Audrey Hepburn: The Paramount Years, de Tony Nourmand – Ed. Chronicle Books
Repleto de fotos – promocionais e dos intervalos das gravações -, este livro fala de todos os filmes que Hepburn fez do estúdio Paramount, entre eles: Sabrina, Bonequinha de Luxo e Cinderela em Paris.





xodós da Ninis ♥


cantando Moon River em Bonequinha de Luxo
Eu, particularmente, sou suspeita pra falar, mas como vocês devem notar, tenho na Audrey um exemplo de vida. Uma das maiores estrelas que o mundo cinematográfico já possuiu e insubstituível! E vocês, o que acham sobre Audrey Hepburn?




2 Charada

Charada (Charede), 1963, Universal Pictures, suspense/ comédia romântica


No melhor estilo "hithcockiano", Charada é uma mistura de suspense, comédia e romance (assim como o trailer sugere). Regina (Audrey Hepburn) está infeliz com seu casamento e ao voltar de uma viagem descobre que seu marido morrera de um modo bastante assustador – fora jogado de um trem, vestindo pijama. Antes de morrer, seu marido havia vendido tudo o que possuíam em um leilão, fugindo de Paris com 250 mil dólares como o diabo foge da cruz. O que mais intrigava a polícia além do modo como Sr. Lampert fora assassinado é que o dinheiro com o qual ele fugia, não estava mais com ele. A vida de Reggie vira um caos, pois todos (incluindo a polícia) passam a acreditar que o dinheiro estaria com a viúva. Três misteriosos homens passam a persegui-la com sede de vingança e estes irão procurar o dinheiro a todo custo. Surge então Peter Joshua (Cary Grant), um  amigo que a viúva fez na sua última viagem e finalmente alguém para se confiar de verdade (ou não) neste turbilhão de mentiras e traições.

A dupla de protagonistas não poderia ser melhor: o irresistível Cary Grant está no seu auge de maturidade e foi o terceiro último filme de sua carreira e Audrey Hepburn está radiante como nunca, numa fase de amadurecimento e beleza incríveis. Logo, a química dos dois é “quase perfeita” devido a diferença de idade entre os dois. Entretanto, para alguns os amantes do cinema, Cary Grant se comparado a todos os homens mais velhos com que Audrey Hepburn contracenou apenas ele estava compatível com a sensualidade e humor.

"Como você faz pra barbear aqui?" - uma das formas de Reggie de se esquivar das perguntas de Peter
Givenchy assina todas as roupas de Audrey em Charada     
                                                                          
Um dos pontos que fazem Charada ser um clássico quase que obrigatório na cabeceira para quem é fã desse gênero, é que o desfecho é surpreendente. Mesmo sem ser um gênero que este diretor tinha costume de dirigir, é magnífico como Stanley Donen consegue fazer tantas reviravoltas em um só filme e não perder a curiosidade do espectador, deixando até os últimos segundos de filme aquele suspense sobre o que vai acontecer. Não dá para esquecer a clássica música feita por Mancini, Charede que é belíssima e eternizou o filme.
Grant interpreta todos seus papéis ( Peter/Alex/Adam/Brian) com muito humor

.
Premiações e Indicações:
Oscar 1964  - Indicado na categoria de Melhor Canção Original (Charade).
Globo de Ouro 1964 - Indicado nas categorias de Melhor Ator - Comédia / Musical (Cary Grant) e Melhor Atriz - Comédia / Musical (Audrey Hepburn).
BAFTA 1965 - Venceu na categoria de Melhor Atriz Britânica (Audrey Hepburn).
- Indicado na categoria de Melhor Ator Estrangeiro (Cary Grant).
Prêmio Edgar 1964 (Edgar Allan Poe Awards, EUA) - Venceu na categoria de Melhor Filme.

                                                       trailer de Charada, 1963, em alta definição
                                          
Direção: Stanley Donen
Roteiro: Peter Stone
Produção: Stanley Donen
Elenco:
Cary Grant - Peter Joshua
Audrey Hepburn - Regina Lampert
Walter Matthau - H. Bartholemew
James Coburn - Tex Panthollow
George Kennedy - Herman Scobie
Dominique Minot  - Sylvie Gaudel
Ned Glass - Leopold W. Gideon
Jacques Marin - Insp. Edouard Grandpierre
Paul Bonifas - Sr. Felix, colecionador de selos
Thomas Chelimsky – a criança Jean-Louis

Música Original: Henry Mancini
Fotografia: Charles Lang
Edição: Jim Clark
Direção de Arte: Jean d'Eaubonne
Figurino: Hubert de Givenchy
Maquiagem:   Alberto de Rossi, John O'Gorman
Efeitos Sonoros: Bob Jones, Jacques Carrère, Allan Morrison
Efeitos Especiais: Wally Armitage
Áudio: Inglês/Francês
Legendas: Português (embutidas)
Duração: 113 min
Classificação: Não recomendado para menores de 12 anos por contém cenas de violência


                     Cena chave de Charada com Audrey Hepburn e Walter Matthau
                            

Curiosidades
- Sete estúdios recusaram o roteiro original de Charada. O roteirista Peter Stone decidiu transformá-lo em um livro, que posteriormente foi adaptado pelo próprio Stone para o formato de roteiro. Neste novo estágio todos os estúdios que haviam recusado o roteiro original estavam interessados em produzir o filme;
- Warren Beatty e Natalie Wood estiveram cotados para protagonizar Charada;
- Este é o 2º de 3 filmes em que o diretor Stanley Donen e a atriz Audrey Hepburn trabalharam juntos. Os demais foram Cinderela em Paris (1957) e Um Caminho para Dois (1967);
- O personagem Peter Joshua ganhou este nome em homenagem aos dois filhos do diretor Stanley Donen, que se chamavam Peter e Joshua;
- Cary Grant estava incomodado ao interpretar um personagem que se envolvia romanticamente com uma mulher que tinha idade para ser sua filha. Por causa disto Grant fez questão de que o roteiro deixasse claro de que era Regina quem seguia seu personagem, e não o contrário;
- De acordo com Audrey Hepburn, a cena em que sua personagem derruba sorvete na roupa do personagem de Cary Grant foi inspirada em um fato verídico, em que ela derrubou sorvete no ator durante um jantar;
- O homem que aparece conversando sobre um jogo de pôquer no elevador da embaixada é o roteirista Peter Stone, sendo que sua voz é a do diretor Stanley Donen;
- Refilmado como O Segredo de Charlie (2002);
- O orçamento de Charada foi de US$ 4 milhões.




5 A Princesa e o Plebeu

A Princesa e o Plebeu (Roman Holiday), 1953, comédia romântica.



Filme dirigido por Willian Wyler, A Princesa e o Plebeu possui uma magia única que nos leva ao drama da princesa Ann (Audrey Hepburn), que triste e cansada de tantos afazeres reais, foge por um dia para ter um feriado em Roma, cidade onde se passa toda a história do filme, acompanhada do jornalista Joe Bradley (Gregory Peck). O jornalista americano fingia não saber da sua verdadeira identidade e aproveitava-se do fato de saber que passar o dia ao lado daquela princesa lhe renderia uma matéria exclusiva para vender ao seu jornal.  Inevitavelmente, a jovem princesa desfaz o plano do jornalista, que acaba se apaixonando por Ann e finalmente os dois vivem um breve romance, lindo pela espontaneidade com a qual ocorreu. Apesar de muito admirar-se e querer-se, o amor não pode se concretizar. Ela tem de regressar à sua vida e suas obrigações reais. Pode-se dizer que A Princesa e o Plebeu é um conto de fadas onde o “felizes para sempre” inexiste, o que o deixa seu desfecho ainda mais emocionante e real. 









·         Curiosidades:
  • Gregory Peck ficou impressionado com o talento de Audrey Hepburn, que logo no teste cinematográfico insistiu para que Hepburn fosse creditada do mesmo modo que ele.
  •  “Aqui está uma moça que era boa em tudo que fazia, menos em derramar lágrimas... Quando se tratava de uma cena comovente, Wyler tinha que lhe dar um bom susto.” (Gregory Peck, a respeito de Hepburn).
  •  John F. Kennedy classificou A Princesa e o Plebeu como o melhor filme de todos os tempos e que Hepburn era sua atriz preferida.
  • Segundo especialistas, o melhor par romântico de Hepburn fora Gregory Peck, apesar de este ser mais velho.


É uma daquelas comédias graciosas que tem o poder de ser extremamente comovente. É também o primeiro papel principal de uma das maiores estrelas do mundo do cinema, a belga Audrey Hepburn, que inclusive ganhou o Oscar de Melhor Atriz por sua atuação. O elenco é digno de Oscar, BAFTA e Globo de Ouro: além da doce e bela Audrey Hepburn, é composto também por todo o charme de Gregory Peck e estes dois possuem um entrosamento divino. A fotografia é muito bem feita, apresentando aos espectadores as mais belas paisagens de Roma. O diretor deste filme é William Wyler, que mais tarde fora consagrado por dirigir seu épico Ben- Hur. Eddie Albert interpreta o colega fotógrafo de Peck, que traz humor ao filme, com suas trapalhadas. Mas a grande diferença desse filme, com toda certeza, é Audrey Hepburn.  Isto porque o filme foi feito em uma época em que as protagonistas dos filmes de sucesso deveriam ser loiras e cheias de curvas (o que levava os homens ao delírio!) e Hepburn conquistou a todos com seu singelo modo de atuar, em uma figura extremamente linda, sem qualquer tipo de apelo sexual.



Premiações:
  •  Ganhou 3 Oscars, nas seguintes categorias: Melhor Atriz (Audrey Hepburn), Melhor Figurino - Preto e Branco e Melhor História Original. Foi ainda indicado em outras 7 categorias: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator Coadjuvante (Eddie Albert), Melhor Roteiro, Melhor Edição, Melhor Direção de Arte
  • Preto e Branco e Melhor Fotografia - Preto e Branco.
  • Ganhou o Globo de Ouro de Melhor Atriz - Drama (Audrey Hepburn).
  • Ganhou o BAFTA na categoria de Melhor Atriz Britânica (Audrey Hepburn), além de ter recebido outras três indicações, nas seguintes categorias: Melhor Filme e Melhor Ator Estrangeiro (Gregory Peck e Eddie Albert).
trailer de Roman Holiday



Direção: William Wyler
Roteiro: Ian McLellan Hunter e John Dighton, baseado na história de Dalton Trumbo
Elenco: Gregory Peck (Joe Bradley)
Audrey Hepburn (Princesa Ann)
Eddie Albert (Irving Radovich)
Hartley Power (Sr. Hennessy)
Harcourt Williams (Embaixador)
Margaret Rawlings (Condessa Vereberg)
Tullio Carminati (General Provno)
Paolo Carlini (Mario Delani)
Claudio Ermelli (Giovanni)
Laura Solari (Secretária)

Formato: RMVB
Áudio: Inglês
Legendas: Português (embutidas)
Duração: 1:58 Tamanho: 449 MB (05 partes)
Servidor: Rapidshare

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